Descrição
Autor(es):
António Barahona
Rico em formas de vida, animal de sete fôlegos como o felino de quem pelo menos denuncia a volupltuosidode. António Barahona da Fonseca antolha-se-nos um dos raros exemplares de poeta para quem a lingua portuguesa continua a ser aquilo que foi na idade de oiro da nossa poesia: um dom divino, um eco telúrico, uma voz profética. João Gaspar Simões, Diário de Notícias, 11.I.79
Num livro de tão denso aparato como este (Pátria Minha), construido com palavras que, no dizer de Jacinto do Prado Coelho (…) «realizam o milagre da emoção ilimitada. nos caminhos da memória colectiva e da aventura pessoal», não será de admirar que se nos deparem sempre dasdobráveis os ângulos de observação possível.É que,se ao poeta cabe programar, em notável esforço de acumulação e de autodisciplina, a fusão de uma história que, mitica ou não, será de todos, com ascese espiritual de um ser cujo destino seria «aprender a cantar com o Sol no zénite» (pag. 39), também lhe é fatalidade transportar no bojo «a explosão que desbarata o toldo» (pág.71), uma irrequieta voz que estilhaça a linearidade dos esquemas para mais convincentemente os afirmar.
João Rui de Sousa, Colóquio/Letras,1982
Irei colher cogumelos. Sei onde. Perto de casa. Não digo mais. Sempre me fascinou a cultura subterrânea, até dos miscaros. Levo comigo a literatura adequada: Rizoma do poeta Antônio Barahona. Ouem entrou na poesia portuguesa nem sempre pela porta grande, sabe que António Barahona é um grande poeta diferente. Jorge Listopad,JL, Fevereiro, 1984
Editora:
Biblioteca de Autores Portugueses
Livros novos nunca usados.
Portes incluídos para Portugal, Correio Normal.








